Rua Orlando Randi, 70 - Vila Lemos | Campinas/SP
Fone: (19) 3251-7608 / 3326-0316 / 3326-0317
Rua Orlando Randi, 70 - Vila Lemos | Campinas/SP
Fone: (19) 3251-7608 / 3326-0316 / 3326-0317
Rótulos de Alimentos - Fricamb - Bobinas e Etiquetas

Além de identificar o produto, chamar a atenção do consumidor no Ponto De Venda (PDV) é uma das características da embalagem. Isso porque o cliente final leva em média alguns segundos para escolher entre o outro produto A ou B num supermercado. Assim o que ajuda no processo de venda é sem dúvida o rótulo.

Papéis aplicados com cola, in mold label, shrink sleeve são os tipos mais comuns.

RÓTULOS COM ADESIVOS SENSÍVEIS A PRESSÃO tem como vantagem a flexibilidade de aplicações. Para cada necessidade há um mundo de opções que vão desde evidenciar a beleza do produto até a sua resistência a altas temperaturas.

Um bom exemplo de rótulo adesivo para alimentos é justamente o que não parece ter rótulo. O nome é “no label look” que é produzido em material transparente de poliéster com uma camada regular cola adesiva, deixando o rótulo imperceptível em garrafas de vidro para sucos, por exemplo.

DIVERSAS INFORMAÇÕES: Alguns rótulos precisarão conter informações variáveis e materiais autoadesivos são perfeitos nestes casos, permitindo que itens como validade, lote e outras informações sejam impressas sem dificuldade nas peças.

ABRE-FECHA: embalagens com fechos resseláveis permitem que o produto seja fechado novamente depois de aberto, mantendo o conteúdo fresco e bom para o consumo por muito mais tempo.

TEMPERATURAS: determinados rótulos são compatíveis variação de temperatura. Um rótulo que suporte calor pode ser aplicado ao produto ainda quente ou quando precisar ser submetido ao forno em sua embalagem original. O mesmo vale para rótulos que aguentam baixas temperaturas e não descolam do produto que ficará armazenado num freezer, como carnes e bebidas.

SURPRESA: os rótulos com conteúdo estendido (ECL) são aqueles que podem ser abertos e revelar uma área maior de conteúdo. Utilizados em embalagens pequenas, quando o fabricante quer incluir outras informações, como conteúdo promocional, receitas, etc.

LACRES: o rótulo pode conter o próprio lacre do produto, deixando design mais integrado além de oferecer maior segurança ao consumidor. O mais comum é produzido de papel couchê com picotes.

Embora pouco utilizado no Brasil, os Rótulos Removíveis tem suas vantagens, pois podem pode ser retirados e sua embalagem reutilizada, a exemplo dos potes de requeijão. E ainda contribuir com o meio ambiente ao facilitar a reciclagem, como em garrafas PET.

DOIS LADOS: a impressão no verso do adesivo é ideal em embalagens de conteúdo são transparentes, como água, álcool, adoçantes, etc… Assim é possível ler as informações de ambos os lados, utilizando um único rótulo.

OS MATERIAIS MAIS UTILIZADOS EM RÓTULOS AUTOADESIVOS

1. PAPEL COUCHÊ – sua vantagem está no baixo custo, semi-brilhoso, acabamento superior aos papeis mais comuns, como o offset. O papel laminado ouro ou prata também é uma boa opção pelo destaque na prateleira. No caso de bebidas e outros produtos é possível o uso de papeis texturizados, principalmente edições mais sofisticadas transmitindo a ideia de produto único ou produzido manualmente.

2. BOPP – o mais comum entre os tipos de filmes resistentes à umidade, podendo ser transparente ou não, brilhante, fosco ou metalizado.

3. POLIÉSTER TRANSPARENTE – Ideal para o “no label look”, que fica praticamente invisível na embalagem.

E O QUE É PRECISO CONSTAR EM UM RÓTULO?

Como dissemos no começo, além de identificar o produto chamar a atenção do consumidor no PDV é uma das características da embalagem. Porém é necessário passar todas as informações básicas como características do produto, validade, lote, massa ou volume, composição e, no caso de alimentos, tabela nutricional e ingredientes.

E ainda, quando se trata de alimentos, há uma série de exigências quanto aos materiais, rótulos e adesivos que entram em contato direto com os produtos a fim de garantir maior qualidade e reduzir os riscos de contaminação. Estes materiais devem ser aprovados pelas agencias de vigilância sanitária como a ANVISA.